Negra, pobre, prostituída, vulnerável e com uma voz lânguida e vigorosa, Billie Holiday (1915-1959) – desde as ruas do Harlem até as mais prestigiosas salas de espetáculo – lutou a vida toda para se impor. Seu nome virou sinônimo de jazz, e sua vida – numa época em que a população dos Estados Unidos estava dividida entre brancos e negros – foi um caminho para a liberdade.
Livro usado em brochura, com 287 páginas, sem grifos, com anotações na capa frontal, contracapa (dentro) e penúltima página interna, extremidades externas com marcas de manuseios. Etiqueta de identificação interna na lombada.









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